22 março 2008

Ser gay ?

Ser gay, ninguém se importa se você é. Só não querem por perto.
Este texto copiei num perfil de um amigo meu no urkut e achei muito interessante. Só reforça o que toda a gente sabe.
Muitas vezes ouço estas expressão :"não tenho nada a ver se ele é gay desde que não se meta comigo".
Estas pessoas pensam que os gays estão sempre a pensar em sexo e atirar-se a tudo e todos. Ou devem se achar muito lindos/as.
Leiam , ouçam . Depois falem.















Meu pai me perguntou: você é gay?

Eu perguntei pra ele: importa?

Ele disse: Não, não realmente...

Eu disse pra ele: sim, eu sou.

Ele disse: fora da minha casa.

Creio que ele se importava.
Meu chefe me perguntou: você é gay?
Eu perguntei pra ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu sou.
Ele disse: está despedido!!!

Creio que ele se importava.

Meu amigo me perguntou: você é gay?
Eu perguntei para ele: importa?
Ele disse: Não, não realmente...

Eu disse pra ele: sim, eu sou.

Ele disse: Não me considere mais seu amigo!

Creio que ele se importava.

Meu companheiro me perguntou: você me ama?

Eu perguntei pra ele: importa?

Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: sim, eu te amo.
Ele disse: deixa-me te abraçar.

Pela primeira vez na minha vida, algo importava.

Deus me perguntou: você se aceita?

Eu perguntei pra ele: importa?

Ele disse: Sim...
Eu disse pra ele: Como posso me aceitar, se sou gay?
Ele disse: Porque é assim que eu te fiz.
Desde então, somente isso me importa.


09 março 2008

Sara Melson - Never Been Hurt



Uma cantadora que descobri por acaso, quanto estava a procura de uma musica para um slide show para o meu Hi5 . Adoro a voz e a musica. Ouçam com calma. podem encontrar mais sobre a Sara Melson no Myspace e no YouTube .


08 março 2008

Couscous


Um exemplo de prato


Hoje adorei o CousCous que fizes-te Ruy quase tão bom como a tua mãe faz :).
Antes de pensarem asneiras, os couscous ( que são sêmola de trigo) são tradicionais da cozinha marroquina. Eu, pessoalmente gosto muito do seu sabor e da sua textura, e são uma boa alternativa para variar da batata, massa ou arroz!

26 fevereiro 2008

Corpo que esconde.

Nascemos para morrer isso é a pura verdade que o ser humano tem.

Durante a nossa vida passamos por várias etapas, os nossos corpos se alteram.

Em todas as etapas passadas deixamos de existir, não existe mais aquele bebé, não existe mais aquela criança, o adolescente, o jovem adulto, o adulto de meia idade, e a chamada 3 idade.

Conhecemos pessoas ao longo da nossas vidas que também já não existem como as conhecemos.

Olhando para as fotos da minha paixão há uma nostalgia, olhando para as minhas também sei que alteraram, e mesmo aquelas fotografias que não gostava, fiquei a gostar.

Sinto tristeza quando alguém diz que me quer de volta. Sei que tem razão era muito mais bem parecido.

Eu sei que estou cá dentro do meu corpo, gostem ou não , continuo a ser a mesma pessoa como me conheceram, os sentimentos são os mesmo, a personalidade é a mesma, continuo a ser o mesmo. A minha alma está viva.

As vezes grito “EU ESTOU AQUI, EU AINDA EXISTO”.


Fiquem bem e desculpem qualquer coisinha

25 fevereiro 2008

Ternura

Hoje não fazia questão em publicar aqui no blog, mas esta foto de origem desconhecida e bem observada despertou-me um sentimento de ternura, não pela idade, não por achar querido, não por ser pouco usual, mas sim a forma como o casal dão as mãos. Fixando para a mãos só vejo ternura como os dedos se tocam.

23 fevereiro 2008

Sonho

Hoje acordei bem disposto, acordei com o sentimento de felicidade. Nesta noite estive num mundo que sempre imaginei e que desejo.
Numa cozinha espaçosa, pedra de tons cinzentos e brilhantes, armários brancos com decoração de tons a cinzento. A placa estava lá, o frigorífico enorme de cor cinzento metalizado, havia um balcão para comer. Olhando via a lavandaria com uma marquise grande onde os raios de sol quase cegavam. Andei para um salão enorme estavas tu numa varanda a ver a paisagem e a respirar o ar fresco que eu também sentia a entrar pela casa. Olhas-te para mim e o teu olhar era de felicidade, teu olhar era de uma criança, o branco do lenço ao pescoço reflectia na tua cara tornando-te mais especial. Sorrimos.
Andei pelo espaço entrei num quarto que tinha um grande roupeiro, mas não tinha a certeza que a cama cabia lá. Disse-te que teríamos que compra uma cama normal e sorri, ao lado tinha uma suite muito bonita azulejos com um padrão de cinzentos escuros e pretos, as torneiras eram modernas e tinham sistema de poupança de água.
Tudo apagou, e vi as paredes que não eram as mesmas, olhei pra a janela e nada que se pareça, o radio estava a despertar. Levantaste-te e despedis-te de mim, não vi o mesmo olhar, o olhar que quero voltar a ver.
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